Deny


Começou seu aprendizado musical com o violão clássico com tenros (hahaha) 11 anos de idade, no qual perseverou por 2 anos, que mais pareceram 20 (chato bagarai). Aos 13 ganhou sua primeira guitarra, para sua felicidade retumbante, desespero dos pais e pânico dos vizinhos.

De família modesta, teve que se contentar por muito tempo com equipamentos muito simples; graças a seus conhecimentos de eletrônica pôde construir seus primeiros pedais e passou seus primeiros anos no instrumento tocando em festivais escolares.

O primeiro trabalho sério foi como guitarrista da banda Stock, que era a banda fixa do bar Fruto da Terra em Santana. Participou do Fico com essa mesma banda, que ganhou o primeiro prêmio – até os dias de hoje esse foi seu maior público, o ginásio do Ibirapuera lotado.

Estudou teoria, técnica e improvisação com os professores Aldo Landi Jr. e Beto Vasconcelos.

Passou muito tempo com a banda Millennium (formada em cerca de 92, bem antes do “Milênio” e esse nome virar moda), tocando clássicos do rock no circuito de bares paulistano durante alguns anos. Alguns dos nomes que participaram da banda: Vanesa Odry (Karma), Rodrigo Grecco (Destra), Felipe Andreoli (Angra), Nelson Carneiro (Orquestra Jazz Sinfonica).

Após um longo período de ostracismo, retornou à cena desta vez HARD Rock com a banda Pandora, que se especializou em tocar “lados B” do Hard como Harem Scarem, Hardline, Tyketto, Ratt, Firehouse e outros. Também participaram da banda os vocalistas Edu Barreto (Cult Cover) e Luciano Lima (Skid Row e Mr. Big).

Mas em 2007 finalmente viria o maior desafio de sua carreira estratosférica e meteórica… montar um cover de Mötley Crüe juntamente com Sandro Bongiovi, patrocinados pelo Silvano, dono do Manifesto e praticamente “tio” do Deny (hahahah)… A sorte estava lançada! Já com data marcada, nossos dois heróis passaram por muitas desventuras para conseguir fazer o primeiro show, mas finalmente rolou: a mágica tinha início.

Para completar o círculo e tornar a banda perfeita, juntaram-se ao Motley Screw o lendário baterista Allan Lee e o clone do Nikki Sixx, Baboom, e assim se consolidou a história dessa banda antológica.

Atualmente Deny também pensa em alçar outros vôos, como trabalhar na teoria unificada da matéria e da integração vetorial dos campos vibracionais. Nas horas vagas pratica “Destruction Derbie” com seu Peugeot 307, que já sente o peso das pancadas… Possui o super-poder de conversar com as máquinas, especialmente computadores, e com seu incrível charme consegue com que estes façam tudo o que ele quer. Pratica Kung Fu há 4 anos e considera seriamente a possibilidade de lutar profissionalmente em ringue octogonal com ninjas assassinos.

3 Respostas

  1. Flávia 20th jan 2010

    Oi, Deny!
    Ficou muito bom o novo visual!
    Monta um albúm com fotos dos shows!!!
    Bjão

  2. Webmaster 21st jan 2010

    Feito! ;o)

  3. Mário Macedo 22nd jan 2010

    Ae Deny, achei da hora o site. Gostei do layout e dos textos.

    Ah, o Allan já cantou solo com o pseudônimo de “Latino” e pegou várias gostosas, eu lembro dele.

    Abraço.


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